Thaísa e Willa, atores

– Quem disse que cabeça vazia é oficina do demônio?
– Eu acho que é. Mas ele é criativo pra caralho…

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Maira, assessora de imprensa

– Maira, você come carne?

– Ana, eu como até parafuso!

– brinks, eu não como palmito!

Amanda, produtora

– É foda amar alguém.

– Amar alguém é lindo. Foda é amar gente que não merece o nosso amor.

Sandro, fotógrafo

– Sandro, você aceitaria ser laranja para ganhar uma grana?
– Eu não!!
– Por que não?
– Porque laranja só serve para ser espremida.

Tina, viúva

– Tia Tina, poxa… sinto muito pela sua perda. Como você está se sentindo?
– Ai, menina… agora, finalmente, vou poder cuidar do meu joelho.

Athayde, meu avô

– Vô, quais são suas metas para 2015?

– O que vier, nóis traça!

Rosa, produtora

Drops de flor:
“meu taxista de confiança me ensinou uma lição que aprendeu em uma rinha de galo: o importante não é apanhar, o importante é o quanto você aguenta apanhar em pé.”

“mostrei um trailer de um filme para ela e ela me disse ‘tia, os adultos esquecem que as crianças também crescem’.”

“ele me explicou tudo sobre areia, ondas, não entendi nada. a única coisa que absorvi foi que esse ano tivemos luas muito grandes e que isso afetou o mar. e faz todo o sentido. eu tava me sentindo meio estranha mesmo. a lua altera a gente. somos feitos 80% de água, principalmente as mulheres.”

“eu não faço parte desse mundo. por isso sou tão sensível. por isso choro.”

 

Ilana, escritora

– ele ficou puto
– por quê?
– porque escrevi sobre ele.
– mas precisava ter pegado tão pesado também?
– a vida é assim: se você quer que falem bem de você, faça coisas boas. se vai cagar nas atitudes, deal with it later. e nunca, nunca decepcione um escritor.

Lucas, meu amigo

– Luqueti, descobri um estilo de escrita em que as coisas não precisam fazer sentido literal
– vi esse último, cheio de pontos
– isso. mas é agradável de ler? ou cansa?
– exige mais. porque justamente nem tudo faz sentido…
– mas é facinho de escrever
– buscando as saídas mais fáceis, hein?
– não busco as saídas, elas que saem de mim.

– você prefere ser classificado como jornalista, historiador, professor ou o quê?
– vixe
– vixe?
– não gosto de ser classificado. é difícil. faz como você achar melhor
– Lucas, o inclassificável!
– sou tudo e nada ao mesmo tempo. só assim me defino.

Athayde, meu avô

Diálogo pós-jogo:

Tia: – acho que vou ao cinema
Tio: – assistir o quê?
Tia: – os homens são de marte e é pra lá que eu vou…
Avô: – vai no walmart? traz uma cervejinha para mim!

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